O Sonhador, de Ian McEwan
O Clube de Leitura Juvenil reúne mensalmente com o objetivo ajudar os participantes a aprofundar os seus gostos literários, a melhorar as suas competências, a expressar opiniões e a desenvolver o pensamento crítico.
Em setembro, será abordada a obra “O sonhador”, Ian McEwan
Dinamizado pela professora bibliotecária Ana Paula Oliveira.
Público: jovens entre os 12 e os 15 anos.
Mediante inscrição prévia: bibliotecamunicipal@cm-sjm.pt
Sinopse
Como seria estar dentro do corpo de um gato, apanhar um ladrão em flagrante, desmascarar o rufião da escola ou tornar a família invisível? Peter Fortune é um rapaz de dez anos que pensa nestas coisas e vive algures entre a fantasia e a realidade. Mas os adultos não o compreendem nem imaginam as coisas fantásticas que lhe passam pela cabeça e, por isso, os seus sonhos só lhe trazem problemas. Contando estas histórias admiráveis, Peter abre finalmente as portas do seu mundo secreto e fascinante. E convida-nos a entrar nele… O Sonhador é a primeira obra de Ian McEwan no domínio da literatura juvenil, mas agradará igualmente a jovens e adultos. As histórias extraordinárias que compõem o livro celebram a imaginação humana, e as ilustrações de Anthony Browne, artista várias vezes premiado, permanecerão também na memória dos leitores muito depois de terminada a leitura.
Ian McEwan nasceu a 21 de junho de 1948, em Aldershot, Inglaterra. É autor de dois livros de contos - Primeiro Amor, Últimos Ritos e Entre os Lençóis - e dezasseis romances: O Jardim de Cimento, A Criança no Tempo, O Inocente, Estranha Sedução, Cães Pretos, O Sonhador, O Fardo do Amor, Amesterdão, Expiação, Sábado, Na Praia de Chesil, Solar, Mel, A Balada de Adam Henry, Numa Casca de Noz e Máquinas Como Eu. Assinou também um libreto de ópera, Por Ti, para música de Michael Berkeley. Todas estas obras foram publicadas em Portugal pela Gradiva. É ainda autor de vários argumentos para cinema, entre os quais The Imitation Game, The Ploughman’s Lunch, Sour Sweet e The Good Son. Em 2011, foi agraciado com o Prémio Jerusalém, uma honra concedida a escritores cujos trabalhos versem a liberdade individual na sociedade.